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Em Busca de Um Sentido

Permite-te sonhar!

Não ajas como se eu não soubesse o que pensas. Eu sei, sonho demasiado alto. Não me venhas informar de algo que eu sei de trás para a frente, de algo que eu até já decorei para não cair no erro de me magoar de novo. Não me venhas com "não sonhes tanto, não vais conseguir, desiste já" porque isso só vai fazer com que eu lute ainda mais, para mais tarde te mostrar que sou capaz do que eu quiser.

Eu também sei que tu sonhas para além das nuvens e me falas assim por causa da tua insegurança. Porque não admites?

Não vês que te percebo? Sonha o quanto quiseres! Por favor... Tu consegues tudo, consegues ir além deste mundo e do outro, se for necessário... Nunca desistas daquilo em que acreditas.

Sabes como podes fazer com que a tua vida valha a pena? Sonhando. Mas não sonhando apenas porque sim, sonha com o objetivo de realizares esse sonho. E depois? Depois procuras outro sonho. Não deixes que a tua imaginação pare, no dia em que isso acontecer tu paras também.

A vida só tem algum sentido se nós sonharmos, se permitirmos que a nossa imaginação voe... Senão o que seria de nós nesta rotina teimosa?

Não quero acordar sem um motivo, mas também não quero que me seja oferecido um motivo, quero procurá-lo todos os dias. O meu maior fim é arranjar uma razão para ser feliz, porque não somos felizes apenas porque sim, temos que ter razões...

A minha felicidade, neste momento, é orgulhar as pessoas que gostam de mim... E a tua? Já pensaste qual é?

Não deixes a tua felicidade depender dos outros, pelo menos não a 100%, porque como todos sabemos, a maior parte da nossa felicidade acaba por ser fruto das relações que temos e mantemos.

Procura a tua felicidade na realização dos teus sonhos... Tem esperança, vais encontrá-la!

Este texto foi já publicado aqui anteriormente, mas relê-lo fez-me bem. Espero que tenha o mesmo efeito em vocês!

Ouvi "férias"?

Durante estes dias tenho estado em casa. Não, não estou doente. E não, também não estou em Lisboa. Estou em casa, casa. No meio do Alentejo, onde nada acontece - a não ser um sismo que me acordou e me ia matando de susto e uma escola secundária que fechou por tempo indefinido porque lhe faltam condições, a mesma escola onde algumas pessoas me ensinaram o que me permite ser o que sou.

Apercebi-me de várias realidades que na correria da capital me estavam a escapar. Não por eu ser desatenta, mas porque não parava tempo suficiente, uma vez que passava o dia numa correria imensa ou demasiado focada nos exames que tinha que fazer. 

A verdade é que quando não estou em tempo de aulas, é difícil tirar-me de casa... No entanto, isso implica que escrevo menos, fico mais preguiçosa, durmo mais durante o dia e passo a noite ansiosa. Apesar desta pausa letiva, tenho uma lista de coisas que gostava de cumprir, mas que parecem cada vez mais distantes, pela sonolência que se vai apoderando da minha pessoa.

A somar a isso tenho vontade de ler mais, mas cada vez que pego num livro vem-me uma vontade enorme de me virar para o lado e voltar a dormir. Ou seja, até a fazer algo que realmente gosto tenho vontade de dormir e deixar o dia passar sem que faça algo produtivo.

A grande questão é: estarei eu verdadeiramente cansada e a precisar de repor os sonos, ou sou uma eterna preguiçosa que precisa de uma rotina para fazer algo de útil para si própria?

Resumidamente, para além de vos estar a informar que estou finalmente de férias, quero também dizer que precisava delas, mesmo quando achei que estava em perfeitas condições para começar já o próximo semestre. Apesar disso, tenho que começar a repor energias, porque esta vida de alentejana está a dar cabo de mim.