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Em Busca de Um Sentido

Quero voltar atrás!

Mais um domingo, mais um "A Tati escreveu..." e este vem acompanhado do drama típico do fim do primeiro namoro, ainda adolescente, inocente, mas ao mesmo tempo com uma ideia super destorcida do que é amar alguém... A verdade é que neste poema falo em perda, e no fim acabei só a ganhar!

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Era bom ouvir a tua voz, 

Espero que estejas bem... 

Sei que estás feliz,

Só queria saber com quem.

 

Estou sempre sozinha...

Diz-me de quem é a culpa,

Será minha?

Espero que não.

 

Perder-te agora,

Foi o pior que me aconteceu,

Sinto-me tão mal...

Volta a ser meu!

 

Se eu pudesse

Pedir um desejo,

A única coisa que pedia

Era mais um beijo.

 

Nada muda, mesmo que queira...

Cada dia torna-se mais complicado,

Nada disto seria assim

Se antes tivessemos falado.

 

Nunca te quis perder,

Sempre te quis a ti,

E se queres saber,

Todos os dias lamento o que perdi.

Mãe, amo-te.

Mais uma vez um poema para a minha mãe... Era um hábito quando era mais nova e aos poucos perdi-o... Tenho que voltar a escrever para ela!

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Sempre ao meu lado,

Nos bons e maus momentos,

Ama-me

E o amor é dos mais lindos sentimentos.

 

É linda e bodosa,

Também tem os seus defeitos,

Mas ser uma mãe carinhosa,

É a sua maior qualidade.

 

Posso não lhe dizer todos os dias,

Mas amo-a e ela a mim,

Amiga de todos,

Nunca vi uma pessoa assim.

 

É a minha mãe, 

Adoro-a!

Como ela não há quem,

Por muito que procure...

O Meu Universo Mudou

Os primeiros amores costumam ser uma surpresa para todos nós. Parece que nunca mais vamos gostar de alguém dessa forma e com o passar dos tempos percebemos que afinal amor é outra coisa... No entanto, ficam estas recordações que venho partilhar...

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O meu universo mudou,

O meu pensamento é outro,

Só eu sei o que se passou,

Para mim só existes tu.

 

Sempre que olho para ti,

Uma alegria cresce em mim,

Sinto-me maravilhosa,

Nunca estive assim...

 

Preciso mesmo de ti,

Significas muito para mim,

Em todos os livros que li,

Nunca houve um amor assim...

Não tem perdão!

Esta semana trago-vos um poema que me é muito querido. Cresci com muitas dúvidas na cabeça e era-me complicado falar sobre elas, por vergonha... Ou talvez apenas não conseguisse expressar o que sentia a falar. E mais uma vez, agarrei no papel e na caneta e escrevi aquilo que gostava de ter dito, mas nunca tive oportunidade.

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Lembro-me muito de ti,

Gostava de saber onde estás...

Se te lembras de mim...

Mas não esquecerei as coisas más!

 

Fizeste-me sofrer,

Chorar e maltrataste quem gosta de mim...

Tudo passou a correr,

Não gosto de me sentir assim.

 

Amor aqui não existe,

Talvez seja solidão,

Mas tudo o que fizeste

Não tem perdão!

M Ã E

Quando era miúda gostava de brincar com as letras das palavras e tinha imensa necessidade de escrever o quanto gosto da minha mãe. Como não era capaz de lho dizer acabava por escrevê-lo algures. Neste caso, escrevi num dos cadernos com que andava sempre.

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Mãe é uma palavra de 3 letras,

M de mimos,

A de amor,

e E de energia.

Quando está doente,

Sentimos dor,

Quando a noite está fria,

Ela agarra-se a nós

Para sentirmos o seu calor.

É como uma rosa

De que a Natureza precisa!

Sem a nossa mãe

Não éramos ninguém!

A minha mãe...

É uma das pessoas que nunca

Vou esquecer,

Não a quero perder!

Ela é querida, bonita

E muito mimosa.