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Em Busca de Um Sentido

26
Mar18

Eu e as Tecnologias | ACMA

Tatiana

ACMApng (1).png

 

Nunca pensei que iria tirar da minha cabeça a ideia de que quero fazer investigação como carreira profissional.  Tanto que toda a gente se refere a mim como "ratinho de laboratório" e eu acreditei mesmo que era isso que queria para mim, até que mudei de curso.

 

Engenharia Biomédica e Biofísica seria a minha oportunidade de fazer aquilo que eu tanto sonhei: aliar a componente biológica e a matemática. E realmente, o curso correspondeu às minhas expectativas, até as ultrapassou!

 

No primeiro semestre, tive programação e assisti a meia dúzia de palestras que falavam de cirurgia robótica, radioterapia, programas de computador e tanto mais... Só sei que tudo aquilo me deixou confusa, porque percebi que tudo o que é tecnologia também me fascina.

 

Neste momento, estou no primeiro ano do curso, hei de aprender muito mais sobre tudo o que vou poder fazer um dia. No entanto, cada vez mais pondero a hipótese de me focar numa área mais relacionada com as tecnologias do que com a biologia e tudo está a meu favor, visto que é algo que me vai obrigar a estar sempre a estudar a "evolução" da ciência e que tenho estado a gostar bastante das cadeiras que abordam os temas, como é o caso de programação.

 

É caso para dizer que a tecnologia mudou a minha vida... E de que maneira!

 
 
Sobre o projeto A Cultura Mora Aqui
 
Criado pela Ju, do blog Cor Sem Fim, o projeto A Cultura Mora Aqui - ou ACMA, para abreviar - tenciona, tal como tenho vindo a referir nos meses anteriores, trazer a cultura de volta à internet com temas mensais ou bimestrais. Para participarem, só têm de enviar um e-mail com os vossos dados para acma.cultura@gmail.com - aproveito para repetir que não vamos falar sobre outfits, maquilhagem, moda, etc, e que qualquer um de vós pode participar, não sendo obrigatório fazê-lo todos os meses. Para não perderem nenhum post, já podem seguir página do ACMA no facebook e a Revista.

 

25
Mar18

Instabilidade | A Tati escreveu...

Tatiana

Há exatamente quatro anos escrevi este texto no meu diário (que já não uso, por perguiça, mas devia). É engraçado ver que por muito que cresça alguns sentimentos pressistem e esta necessidade de ser compreendida e de me compreender é um desses sentimentos.

A Tati Escreveu.png

 

Évora, 25 de março, 2014

 

Acho que cheguei a um momento de pausa para pensar e organizar cada pensamento... Falo, ou pelo menos tento falar, no entanto as palavras falham-me e não me expresso da forma correta... Tenho-me perguntado tantas vezes se sou compreendida que me esqueci de reparar que eu mesma não me compreendo. 

 

Há pensamentos que surgem do nada e que me deixam a pensar que aquilo não é meu, eu não sou assim, mas o pensamento não é algo que vem doutra pessoa, é nosso. Logo, eu sou assim. Se me aceito? Talvez não, há dias mais fáceis que outros.

 

Num momento adoro a pessoa que sou, e no outro tenho vergonha de mim mesma. Sei que iso não é bom. Se eu não me amar dificilmente alguém me vai aceitar como sou sem reclamar.

 

A instabilidade toma conta de mim a cada segundo e eu só tenho que aprender a controlá-la. É minha obrigação, meu dever... Até pode ser difícil, mas tenho que acreditar que sou capaz, mesmo que não queira acreditar. Talvez só tenha que fingir que ela não existe, esta instabilidade que me domina...

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